Praga

A Partituna em Praga

2018.
Desta vez Praga!
A viagem à capital da República Checa foi alucinante.
Não é fácil descrever esta cidade em poucas palavras. Ainda para mais sabendo das liberdades que existem nesta zona do globo. Por isso mesmo as expectativas para este tour eram muito altas.
Mas vamos pelo início.
Ainda em Portugal começaram os sarilhos. A viagem deu-se em noite de festa académica e com o “barulho das luzes” e com algum etanol à mistura, 2 caloiros lembraram-se de perder os respetivos cartões de cidadão. Ora quem vai para o mar, previne-se em terra, e quem vai para o ar também o deveria fazer.
E agora?
Foi a pergunta que os restantes elementos, em particular os Tunos faziam.
As viagens estavam pagas, a estadia também, mas sobretudo, não queríamos deixar ninguém em terra.

Para se ser mais preciso, apenas um dos caloiros perdeu o cartão de cidadão na festa, o outro apenas se lembrou de andar com o cartão caducado, pois quando recebera a carta do novo, guardou tão bem, tão bem, mas tão bem, que depois não sabia onde estava, típico…
Lá se juntaram o Magister e outro Tuno e, juntamente com o caloiro, foram desvirar o quarto do mesmo durante mais de meia hora à procuro do maldito cartão que não queria aparecer.

No entretanto, o outro caloiro já tinha perdido todas as esperanças de encontrar o cartão de cidadão que perdera no bar Rua Direita, aqui na nossa cidade da Feira, durante a festa académica.

Voltando ao quarto do outro caloiro, eis que o raio envelope que trazia o cartão de cidadão decidiu aparecer. Avoé, avoé, avoé!

Toca a correr para o carro em direção à Feira para tentar saber da situação do outro caloiro.
“Já encontrei, já encontrei” foi o que se ouvia do outro lado do telemóvel, “Boa caloiro! Corre para te apanharmos no Isvouga! Estamos atrasados p’ra #%;”=? !”

Os 4 já dentro do carro quase choraram com a emoção de “não perder ninguém no caminho” , foi mesmo fixe podermos ir todos juntos e que festa fizeram os outros elementos da Partituna quando viram que o Magister e o Tuno traziam consigo os dois caloiros, e até chegar a Praga a viagem decorreu sem grandes sobressaltos, isto porque acontece qualquer coisa com esta rapaziada.

Isto de apanhar avião às 03h30 da manhã depois de uma festa académica é mesmo cansativo. O melhor é recarregar baterias no avião.

Aterrando em Praga, perto das 10h30, foi só metermos-nos num autocarro e chegamos ao centro da cidade.

Escusado seria dizer que fomos apenas deixar as malas no hostel e lá fomos para a ramboia.
“Estou cheio de fome, onde vamos almoçar?” perguntou um dos Tunos. Realmente, depois de saber que havia um restaurante Hooters, a escolha ficou fácil, fácil!!

Bem, foi uma animação, o staff era super afável e atencioso. Até nos deixaram tirar selfies.

Por algum motivo o Tuno Luís de Matos é o único que teve de meter a capa de estudante para a fotografia. Talvez para disfarçar o entusiasmo de estar ao lado do staff… O rapaz não está acostumado a tanta proximidade eheheh!!!

Depois fomos conhecer a cidade, afinal  de contas há que aproveitar ao máximo o fim de semana de tour.
Atravessamos a ponte, fomos ao castelo e voltamos para descansar um pouco antes do jantar.

Depois do descanso lá fomos arranjar um sítio para encher o bucho, pois a noite de Praga tem a reputação de ser um tanto ou quanto “agressiva” e não seriam os estudantes tugas a dar parte fraca.
E o que dizer da noite de Praga?

Uuuiiiiii ….
A noite de Praga é qualquer coisa.
Entre bares , estabelecimentos noturnos muito recriativos, limousines, e um Tuno que perdeu a capa por causa de um uns lindos olhos azuis, que afinal de contas até nem chamavam tanto à atenção como outro par de atributos, houve de tudo.

E TUDO se repetiu na noite seguinte!! Bem… Tudo menos a limousine.
Chegando a domingo era hora de dizer adeus a esta linda cidade.
A malta estava literalmente de rastos. O cansaço aliado à ressaca e às poucas horas de sono, em em alguns casos nenhuma mesmo, tornaram este grupo de estudantes que na sexta tinham chegado cheios de energia e expectativa, num autentico grupo de zombies errantes que mal conseguiam falar e arrastar os pés.

Esta viagem a Praga foi simplesmente espetacular e certamente perdurará na memória do grupo por muito tempo.
Claro está que existem tantas outras coisas que se passaram, mas que não será oportuno mencionar aqui.
Se quiserem saber mais sobre as atividades “lúdicas e recreativas” que esta cidade oferece, o melhor mesmo é irem até lá, pois já sabem qual é o nosso lema.
“O que acontece na Tuna, fica sempre na Tuna!

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